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segunda-feira, abril 30, 2012

Abril

 















Abril vai indo embora, do lado de fora cai uma forte chuva, a sinto como sinal do novo, de reequilibrio,  agua caindo sempre me dá sensação de energias renovadas.

Este é um mês que historicamente costumo não gostar, é sempre estranho, desde que " entendo por gente"  ele é permeado por momentos de internalizações e inquietações, mas diferentemente de outros anos, em 2012, Abril  apresentou-se muito mais com externalizações, reconstruções, concretizações em todas as dimensões da vida.
 

O intento é que as chuvas levem toda e qualquer forma de negatividade, toda e qualquer forma de melindros, toda e qualquer forma de intervenção desagregadora de sentidos que tenha existido nesse primeiro 1/4 de 2012. Que os ventos vividos e as reflexões construidas sigam contribuindo para que este Abril  diferente demarque  bons ventos no próximo periodo, para que esse Abril se configure como um marco.
  
Que as boas energias estejam cada vez mais presentes em Maio e que um oceano de saberes, satisfação, felicidades, prazer e sorrisos continue inundando o meu cotidiano.
Me coloco para o próximo periodo, como um sujeito da história,  que se propo a olhar além do que os olhos podem alcançar, sentir além do que se pode racionalmente entender, viver e construir formas distintas e singulares de felicidade, aprendizagem e realizações.


É tempo de fortalecimento. 

É tempo de crescimento. 

É tempo de atos construtivos.

É tempo de inovações.
É tempo de colorir mais e mais a vida.

domingo, junho 19, 2011

Compassos e descompassos dos sujeitos

As vezes algumas interrogações compoe as reflexões... a completude dos sujeitos é algo carregada de significado e intensidade, mas ao mesmo passo essa completude perpassa pelo amadurecimento das certezas e as próprias certezas passiveis de analises.

Nada mais louco do que o periodo menstrual para que a mente se encha de dúvidas, hipoteses, teses, interrogações e perspectivas de analises que normalmente não tem base alguma para se fazer presente.

A própria felicidade companheira tão especial passa a ser motivo problematizações e detalhes corriqueiros ganham sentido amplificado.

A mente feminina é curiosa e observar seus caminhos é por demais interessante, visualizar os meandros das angustias e inquietações pressupoe uma coerência esquisita, uma marginalidade subjetiva, uma ausência de julgamento de valor pautado em emoções... nem sempre é possivel.

Onde é que o ideal perde ou ganha graça? Quais caminhos são tortuosos e quais são ricos em sabedoria? Em que o prazer foge a partilha? Que detalhe impõe a tristeza...são amplificações nem sempre coerentes mas ricas em sentido quando analisadas mediante dado contexto...como entender? Nem sempre é possivel.

Para ouvir a opinião do outro as vezes é preciso estar pronta (o)...do contrário é melhor apenas ouvir-se.